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Saúde Municipal descarta caso de microcefalia

 

 

Após a realização de investigação epidemiológica sobre o caso notificado como microcefalia em um recém-nascido do Hospital Municipal Esaú Matos, a Secretaria Municipal de Saúde descartou o caso, seguindo as orientações da nota técnica do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual de Saúde.

A criança em questão nasceu após 33 semanas de gestação, pré-matura. Por conta desta condição, permanece internada na UTI Neonatal do Esaú Matos recebendo os cuidados necessários para o seu desenvolvimento.

No entanto, a Saúde Municipal continua em alerta para o aparecimento de casos e orienta os profissionais de saúde a ficarem atentos às orientações da nota técnica que já foi distribuída para todos os serviços de saúde do município.

Como o aumento no número de casos de microcefalia está sendo associada inicialmente ao Zika Vírus, que é transmitido pelo Aedes aegypti, mesmo mosquito transmissor da dengue e da Chinkungunya, a polução deve manter os cuidados no combate ao mosquito, com eliminação dos focos de água parada em suas residências.

Este cuidado deve ser redobrado para gestantes, que além de fazerem o pré-natal, devem se manter longe da presença do mosquito. Caso apareça algum sintoma da doença, como febre alta, manchas avermelhadas e coceiras, procure imediatamente a unidade de saúde mais próxima de sua residência.

Sobre a doença – A microcefalia, malformação congênita, em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada, pode resultar de problemas ocorridos no nascimento ou no transcorrer dos dois primeiros anos de vida (problemas que impeçam o crescimento normal do sistema nervoso central), ou ainda resultar de processos intra-uterinos e ser congênita (que é quando o bebê já nasce com a cabeça pequena).