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Inserção de mais de 6 mil PcDs e jovens aprendizes no mercado de trabalho baiano

Atuação de auditores-fiscais do trabalho da Bahia.

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Foto: Divulgação / www.sinait.org.br

O Dia do Auditor-fiscal do Trabalho é celebrado em 28 de janeiro, mas apesar de, neste ano, a categoria não ter o que comemorar em relação a valorização profissional por parte do governo federal, os auditores-fiscais do trabalho na Bahia destacam a importância desses servidores públicos para a inserção de jovens aprendizes e Pessoas com Deficiência (PcDs) no mercado de trabalho.

Nos últimos 12 meses, a inspeção do trabalho no estado foi responsável pela inserção de 6.689 PcDs e jovens aprendizes no mercado de trabalho, segundo o Painel de Informações e Estatísticas da Inspeção do Trabalho no Brasil, disponível no site https://sit.trabalho.gov.br/radar/.

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“Esses números só vêm para reforçar a importância dessa categoria, que além de trabalhar em prol da inserção de jovens aprendizes e PcDs, também atua no combate ao trabalho infantil e análogo a escravidão, sempre buscando fazer com que os direitos trabalhistas previstos pela nossa Constituição sejam cumpridos”, relata o auditor-fiscal do trabalho e delegado sindical na Bahia do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho (SINAIT), Anastácio Gonçalves Filho.

Os dados do Painel de Informações e Estatísticas da Inspeção do Trabalho no Brasil, referente aos últimos 12 meses, ainda apontam que a Auditoria-fiscal do Trabalho na Bahia alcançou cerca de 1.292.022 de trabalhadores e identificou 4.042 irregularidades em Saúde e Segurança no Trabalho (SST).

Dia do Auditor-fiscal do Trabalho

O dia 28 de janeiro foi instituído como o Dia do Auditor-fiscal do Trabalho pela Lei 11.905/2009, em memória aos auditores-fiscais do trabalho João Batista Lage, Eratóstenes Gonçalves e Nelson Silva, e ao motorista Aílton Oliveira que, no exercício de suas funções, foram assassinados em Unaí (MG), no dia 28 de janeiro de 2004.

“Entendemos que a desestruturação do quadro de auditores-fiscais do trabalho pode trazer graves repercussões para a sociedade, que depende dos serviços prestados por esses agentes. Por isso, reivindicamos mais valorização do poder público, através de investimentos e da realização de concurso público para prover os cargos vagos da carreira”, ressalta o delegado sindical. Texto: Flávio Cirilo – Assessoria de Comunicação.