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TJBA promove evento destacando a agenda política das mulheres negras 

Julho das Pretas: TJBA promove evento destacando a agenda política das mulheres negras, no dia 22 de julho 

Em um esforço para combater o sexismo e o racismo contra mulheres negras, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) promove o evento Julho das Pretas no dia 22 de julho, das 14h às 16h, no prédio-sede da Corte, situado no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.    

Tendo como público-alvo juristas e integrantes da rede de apoio à defesa dos direitos humanos, o evento, com capacidade para 100 pessoas, será de acesso livre, sem exigir inscrição prévia. Além disso, terá transmissão ao vivo pelo canal do Youtube do Poder Judiciário do Estado da Bahia.   

A iniciativa é fomentada pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, presidida pela Desembargadora Nágila Brito, e se alinha com o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, comemorado em 25 de julho. Serão abordadas questões relacionadas à superação das desigualdades de gênero e raça, destacando, especialmente, a agenda política das mulheres negras.   

Mediado pela advogada Mabel Freitas, o evento terá como palestrantes a Professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Secretária da Reparação do Município de Salvador, Ivete Alves do Sacramento; a Procuradora do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), Márcia Virgens; e a Vice-Reitora da Universidade Católica do Salvador (Ucsal), Germana Pinheiro.  

O TJBA conta com outras instâncias que apoiam a pauta abordada, como as Comissões Permanentes que tratam sobre acessibilidade, inclusão, promoção dos direitos humanos, prevenção e enfrentamento ao assédio e a todas as formas de discriminação.  
   

Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha – A origem da celebração remonta a 1992, durante o 1º Encontro de Mulheres Negras Latino-Americanas e Caribenhas na República Dominicana. No Brasil, também é reverenciada a história de Tereza de Benguela, uma figura emblemática que foi escravizada, tornou-se líder quilombola e foi proclamada rainha no século XVIII no Quilombo Quariterê, localizado no atual estado do Mato Grosso.