fbpx

ASPRA anuncia paralização na PM

PMVC

“Uma paralisação hoje só traria prejuízos para todos. Temos um plano B estabelecido em caso de um colapso, mas no momento a gente quer convocar os companheiros, lembrar da responsabilidade de cuidar da segurança da população e chamar a atenção para que eles não queiram pagar o preço dessa amargura”.

Essa foi a declaração do diretor de comunicação da Polícia Militar, coronel Gilson Santiago, sobre a paralisação anunciada pela Associação de Policiais e Bombeiros da Bahia (Aspra) na última terça-feira (31).

As declarações foram dadas em um programa de rádio de Salvador nesta quarta-feira. O coronel também minimizou os impactos das ações da Aspra afirmando que a iniciativa é pontual e não encontra concordância em outras entidades representativas da categoria como a Associação de Policiais Militares da Bahia (APPM), a Associação de Sargentos e Subtenentes e a Associação dos Oficiais – Força Invicta.

Para Santiago, “Quem efetivamente é representativo dos segmentos da polícia militar já sentou para discutir as questões. Estamos perto de fechar a negociação e não tem razão para tomar esse tipo de medida… Esse cidadão (Marcos Prisco, presidente da Aspra) nunca parou para pensar que as reivindicações que ele apresenta são as mesmas que a gente já discutiu com as outras entidades? Essa reivindicação não é legítima”, acredita.

O coronel da PM também relembrou o colapso e o medo que causou a greve de 2001 para sensibilizar os policiais a não aderirem à paralisação.