Curso online e gratuito sobre prevenção de drogas completa 10 anos

Mais de 55 mil profissionais de saúde e assistência social passaram pela capacitação

Foto: Isaac Amorim/Ministério da JustiçaA iniciativa é do Ministério da Justiça e Cidadania e Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas

O curso online, promovido pelo Ministério da Justiça e Cidadania, Sistema para detecção do uso abusivo e dependência de substâncias psicoativas: encaminhamento, intervenção breve, reinserção social e acompanhamento (Supera), completa dez anos este mês.

A formação é iniciativa do Ministério da Justiça e Cidadania, por intermédio da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Na modalidade de Ensino à Distância (EaD), o curso oferece, gratuitamente, formação a profissionais de Saúde e Assistência Social. O conteúdo aborda o uso de substâncias psicotrópicas, orientações e diretrizes da Política Nacional sobre Drogas (Pnad) e da Política Nacional sobre o Álcool (PNA). Mais de 55 mil profissionais passaram pela capacitação na última década.

Simpósio comemorativo

Para comemorar os 10 anos do curso e os resultados alcançados até então, a Unifesp realizou, na penúltima semana de novembro, simpósio comemorativo em São Paulo. O evento contou com a presença do secretário nacional de Políticas sobre Drogas, Roberto Allegretti.

Ele destacou o desafio de levar políticas públicas sobre drogas aos mais de 5,5 mil municípios do País e ressaltar a importância do trabalho de prevenção ao uso de drogas.

“O Supera tem conseguido chegar aonde precisa, alcançando toda a extensão do território brasileiro, levando informação aos agentes que trabalham diretamente com o usuário ou dependente”, elogiou Allegretti.

A coordenadora-geral do Supera, Maria Lúcia Formigoni, também marcou presença no evento, explicando que o sucesso do projeto só foi possível graças à participação de vários colaboradores e coordenadores regionais que ajudaram a divulgar o trabalho desenvolvido.

Fonte: Ministério da Justiça e Cidadania