Como baianas e baianos avaliam a própria saúde?

Saiba o que dizem os dados do IBGE sobre isso!
Na próxima terça-feira (07/04) é o Dia Mundial da Saúde, data que marca a fundação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e busca a conscientização sobre questões de saúde global e a promoção do bem-estar.
O IBGE aborda essa temática sobretudo na Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) e na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE). Confira o que elas revelam sobre a autoavaliação do estado de saúde na Bahia.
- Em 2019, a Bahia tinha, entre os estados, a 2ª menor proporção de pessoas com 18 anos ou mais de idade que avaliavam a própria saúde como boa ou muito boa (54,2%). Ficava à frente apenas do Maranhão (52,0%) e muito abaixo do índice nacional (66,1%);
Fonte: Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019 - No estado, a proporção de homens que avaliavam positivamente sua própria saúde (59,7%) era bem maior do que a de mulheres (52,0%);
Fonte: Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019 - 1 em cada 10 adultos na Bahia deixou de realizar atividades habituais por motivo de saúde (9,5% das pessoas de 18 anos ou mais de idade), em 2019. O estado tinha a maior proporção de pessoas nessa situação, empatado com Sergipe (9,5%). Problemas de saúde impactaram mais as atividades de mulheres (11,7%) do que de homens (7,0%);
Fonte: Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019 - Entre os adolescentes, a autoavaliação positiva da saúde é proporcionalmente maior. Em 2024, 65,0% dos estudantes baianos de 13 a 17 anos de idade avaliavam sua própria saúde como boa ou muito boa. O índice era um pouco menor do que o nacional (66,6%) e o 15º maior entre os 27 estados;
Fonte: Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024 - Enquanto 3 em cada 4 rapazes dessa idade (76,4%) tinham uma percepção positiva da própria saúde, entre as moças a proporção caía para pouco mais da metade (54,6%);
Fonte: Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024 - Em 2024, 6 em cada 10 adolescentes (59,2%) deixaram de ir à escola pelo menos uma vez por motivos relacionados à própria saúde. As moças (61,0%) também foram mais impactadas do que os rapazes (57,2%);
Fonte: Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024 - Na Bahia, 3 em cada 4 adultos (74,1% das pessoas de 18 anos ou mais) haviam tido ao menos uma consulta médica, entre 2018 e 2019. A proporção era levemente inferior à nacional (76,2%) e a 11ª maior entre os estados;
Fonte: Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019 - A proporção de mulheres que tiveram pelo menos uma consulta médica no período de um ano (82,0%) foi bem maior do que a de homens (65,5%);
Fonte: Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019 - Procurar atendimento médico é menos comum entre os adolescentes. Em 2024, 53,2% dos estudantes baianos de 13 a 17 anos haviam procurado algum serviço ou profissional de saúde para atendimento, uma proporção levemente inferior à nacional (57,2%);Fonte: Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024
- Entre as moças, 57,2% procuraram algum atendimento de saúde; já entre os rapazes, a proporção foi de um pouco menos da metade (48,8%);
Fonte: Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024 - Enquanto 7 em cada 10 alunos de colégios particulares procuraram algum atendimento de saúde (68,2%), isso ocorreu com apenas metade dos estudantes da rede pública (50,6%).
Fonte: Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024
Fonte: Mariana Viveiros. Seção de Disseminação de Informações. Superintendência Estadual do IBGE na Bahia


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