Sono e imunidade: por que descansar bem protege sua saúde

Especialista alerta para os impactos da privação de sono e da má alimentação e dá orientações para recuperar o equilíbrio do organismo
Cuidar da qualidade do sono, vai muito além de dormir bem. Mudanças de rotina, poucas horas de sono e refeições pesadas à noite são costumes que podem ser ajustados para proteger a saúde.
Segundo o Dr. Anderson Fábio Moura Weiber, médico psiquiatra e professor da pós-graduação em Psiquiatria da Afya Educação Médica em Vitória da Conquista, esses hábitos afetam diretamente a imunidade e muitas vezes o impacto aparece logo nos primeiros dias de descanso insuficiente.
O sono funciona como um momento de manutenção interna.
“É durante o descanso que o organismo produz citocinas, proteínas essenciais para combater inflamações, infecções e o estresse do dia a dia.
Dormir mal reduz a liberação dessas substâncias protetoras.
Além disso, células fundamentais do sistema imune, como as células T, tornam-se mais eficientes enquanto dormimos, aumentando sua capacidade de reconhecer e destruir vírus e bactérias”, explica o psiquiatra.
Dr, Anderson conta ainda que o sono consolida a memória imunológica, permitindo que o corpo responda mais rapidamente a infecções futuras, inclusive após as vacinações.
Passar vários dias dormindo menos que o ideal (geralmente abaixo de 7 a 8 horas por noite para adultos) pode resultar em uma sequência de problemas: maior vulnerabilidade a resfriados e gripes, aumento de inflamação crônica devido ao excesso de cortisol, redução da atenção e lentidão nas decisões, o que pode ser perigoso ao dirigir e até irritações gastrointestinais, agravadas pela alimentação típica das festas.
O corpo costuma dar sinais claros de que está sendo sobrecarregado.
Quanto à imunidade, o surgimento de resfriados frequentes, herpes labial e inflamações de pele indica queda nas defesas.
Na energia e no humor, cansaço persistente, irritabilidade, ansiedade e dificuldade para acordar são comuns.
Problemas digestivos, como azia, inchaço e prisão de ventre, também aparecem, junto a dores de cabeça e aumento do apetite por alimentos ultraprocessados.
Segundo o especialista, uma alimentação leve e rica em água auxilia fígado e rins a eliminarem toxinas acumuladas.
Fibras e probióticos ajudam a reconstituir a microbiota intestinal, essencial porque grande parte da imunidade nasce no intestino.
Dormir bem regula hormônios como melatonina e cortisol, reduzindo inflamações e melhorando o humor.
Por fim, manter refeições equilibradas, com proteínas magras e gorduras boas, colabora para a recarga energética e reparo celular.
Sobre a Afya
A Afya, maior ecossistema de educação e tecnologia em medicina no Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior, 33 delas com cursos de Medicina e 25 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. São 3.653 vagas de Medicina aprovadas e 3.543 vagas de medicina em operação, com mais de 24 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em: www.afya.com.br e ir.afya.com.br.
Informações para Imprensa
Darana RP: Bianca Menezes//Flamarion Reis//Lara Machado


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