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Autoridades visitam obras do novo presídio

A nova unidade prisional possuirá uma estrutura moderna, com capacidade para um número superior a 700 detentos, e contribuirá para ampliar a eficiência da segurança pública em Vitória da Conquista e região

Oprefeito Guilherme Menezes, acompanhado do vice-prefeito Joás Meira e do secretário municipal de Transparência e Controle, Nailton Prates, visitou as obras do novo presídio de Vitória da Conquista localizado próximo à BA-265 – que liga o município à Barra do Choça. A equipe foi acompanhada pelo diretor-geral do Presídio Advogado Nilton Gonçalves, Alexsandro de Oliveira, pelo tenente-coronel Ivanildo da Silva, pelo presidente do Conselho de Segurança, Célio Barbosa, e representantes da empresa responsável pela construção do novo equipamento público.

A nova unidade prisional de Vitória da Conquista, dividida em alas masculina e feminina, terá capacidade para receber mais de 700 internos. A estrutura, moderna e reforçada, foi planejada, no intuito de contribuir para fortalecer o esquema de segurança, a exemplos da construção de um andar acima das celas para a circulação dos agentes penitenciários, do investimento em equipamentos como Raio-X e scanner para a vistoria dos visitantes, bem como da instalação de interfones para as conversas entre internos e advogados. Também compondo a nova estrutura física, na ala feminina foram instalados berçários e creches para as detentas que tiverem filhos durante o cumprimento do regime fechado.

A ressocialização dos presos, por meio do trabalho e do estudo, também será uma das prioridades do novo presídio, o que para o prefeito Guilherme Menezes é o grande diferencial. “Esse espaço, além de contribuir para a segurança de Vitória da Conquista, priorizará o trabalho qualificado, desenvolvido principalmente por meio dos agentes, garantindo que os internos possam ter a condição de, ao ser livre, ter uma vida melhor, com novas perspectivas. A partir da qualificação profissional, poderão refletir sobre suas condutas e adquirir as condições mínimas para reintegrarem-se na sociedade”, considerou o gestor.

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