Data em dados: Dia dos Pais

Quantos são os pais baianos, o que sabemos sobre seu perfil e quantos moram no mesmo núcleo familiar que seus filhos e filhas?
Domingo (9/08) é o Dia dos Pais. Eles têm um papel estruturante na divisão das tarefas domésticas e criação de filhos e filhas e são insubstituíveis na sua presença ativa e atenciosa, no suporte e apoio e no amor único que oferecem.
A Pesquisa Nacional de Saúde, o Censo Demográfico e as Estatísticas do Registro Civil são alguns levantamentos do IBGE que trazem dados sobre o número de homens que são pais, suas características e quantos vivem na mesma família que seus filhos e filhas, inclusive assumindo a guarda compartilhada em caso de divórcio.
- Na Bahia, 7 em cada 10 homens de 15 anos ou mais de idade são pais, ou seja, tiveram filho/a em algum momento da vida: 67,1%, o que representa 3,771 milhões de pais no estado;
Fonte: Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019 - A “taxa de paternidade” baiana é maior do que a do Brasil, onde 64,6% dos homens de 15 anos ou mais são pais, e a 3ª mais alta entre os estados, só abaixo das verificadas em Mato Grosso do Sul (69,8%) e Goiás (67,7%);
Fonte: Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019 - Os homens baianos que já eram pais em 2019 tinham, em média, 2,1 filhos. O número era maior do que o do Brasil como um todo (1,7 filho) e ficava acima da taxa média de fecundidade estimada para 2019 no estado, de 1,6 filho por mulher entre 15 e 49 anos de idade;
Fonte: Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019 - Na Bahia, os homens que eram pais haviam tido o/a primeiro/a filho/a, em média, com 25,4 anos de idade. A idade estava bem próxima da estimada para o Brasil como um todo (25,8 anos) e era a 8ª mais alta entre os estados;
Fonte: Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019 - Na Bahia, em 2022, 47,3% das famílias eram formadas por pais que moravam com seus filhos, o que representava 1,905 milhão de pais vivendo no mesmo núcleo familiar que os filhos. A proporção de famílias baianas em que havia a presença física do pai era um pouco menor do que no Brasil (47,9%ou 27,8 milhões de pais na mesma família que os filhos) e a 6ª mais baixa entre os estados;
Fonte: Censo Demográfico 2022 - Desses 1,9 milhão de pais baianos que moravam no mesmo núcleo familiar que seus filhos, 114.168 eram pais solo, ou seja, viviam somente com os filhos, sem cônjuge, ou viviam com os filhos e algum outro parente que não fosse cônjuge. Os pais solo representavam 2,8% do total de famílias no estado e 6,0% das famílias em que havia a presença física do pai. Ambas as participações eram maiores na Bahia do que no Brasil como um todo (2,7% e 5,6% respectivamente);
Fonte: Censo Demográfico 2022 - Em 2024, a guarda compartilhada por pai e mãe foi adotada em 4 de cada 10 divórcios envolvendo filhos menores de idade realizados na Bahia: 43,3%, ou 5.194 de 11.994. Essa proporção cresceu pelo 4º ano consecutivo, mas ainda foi apenas a 14ª entre os 27 estados e um pouco abaixo da registrada no Brasil como um todo, onde a guarda compartilhada foi adotada em 44,6% dos divórcios de casais com filhos menores, em 2024.
Fonte: Estatísticas do Registro Civil 2024


