Morte de Maria Eduarda arremessada sem cordas torna réus quatro envolvidos

Maria Eduarda Rodrigues, jovem de 21 anos, que morreu em 13 de junho após ser arremessada sem cordas em rope jampe no interior de São Paulo. Imagens: Reprodução redes sociais

O Ministério Público do Estado de São Paulo denunciou e a Justiça aceitou tornar réus os quatro presos por envolvimento na morte de Maria Eduarda Rodrigues, jovem de 21 anos, arremessada sem corda da Ponte do Esqueleto durante a prática de rope jump. O caso aconteceu no último dia 13 de junho, em Limeira, no interior paulista.

Segundo a decisão, os quatro denunciados por homicídio com dolo eventual, devem responder à acusação por escrito em um prazo de dez dias. 

Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves, segundo as investigações, trabalhavam como instrutores da empresa contratada pela jovem para realizar o salto. Por terem arremessado a jovem foram autuados em flagrante, e depois tiveram a prisão convertida em preventiva.

Também com a prisão preventiva convertida para temporária, e indiciada por fraude processual porque tentou eliminar a câmera presa ao corpo da vítima, Evelyne dos Santos Gonçalves, gerenciava a logistica, realizava a captação de clientes e respondia pela divulgação comercial da empresa. Nestas funções, ela tinha o dever de garantir os padrões mínimos de segurança aos interessados, junto aos instrutores, segundo o Ministério Público.